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Suspeito de atirar em coordenador da UPA de Belford Roxo é presoSilvio José da Silva, de 35 anos, suspeito de participar do sequestro-relâmpago do médico Eduardo Vinicius Melhem confessou o crime, mas garante que não disparou o tiro que feriu a vítima. As informações são do delegado Átila Mesquita, da 54ª DP (Belford Roxo). O suspeito foi preso na noite de ontem em um campo de futebol no Gogó da Ema.

Silvio é ex-detento e estava em liberdade condicional. Com ele, foi apreendida uma arma que teria sido usada para o assalto ao médico. A polícia procura agora outros dois suspeitos do crime.

O coordenador da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bom Pastor, em Belford Roxo, e médico do Corpo de Bombeiros Eduardo Melhem, também de 35 anos, foi baleado na noite de sexta-feira durante um sequestro-relâmpago quando saía da UPA. Ele foi submetido a uma cirurgia para a retirada da bala alojada no seu ombro direito e já teve alta. Uma medalha do anjo da guarda que Eduardo Melhem carregava no peito desviou a bala para seu ombro, impedindo a fatalidade.

O médico, que é irmão do ator Marcius Melhem, o Radesh de “Caminhos das Índias”, não quis dar declarações à imprensa. Segundo Marcius, o desejo do irmão agora é apenas descansar e evitar uma maior exposição do caso.

- Eduardo quer esquecer o que aconteceu e descansar. Seu objetivo é retomar sua rotina. Ele também prefere não falar nada para não atrapalhar as investigações e pelo fato de ser militar – diz o ator.

Segundo Marcius, Eduardo falava ao celular com uma amiga e não percebeu a abordagem dos bandidos. Ele estava em seu carro passando lentamente por um quebra-molas, quando os três homens, que estavam a pé, atiraram e entraram no carro dele.

- Foi essa amiga que percebeu que ele estava sendo assaltado e me ligou. Fiquei desesperado. Tentava ligar para ele e não conseguia. Entrei em contato com o secretário de segurança de Belford Roxo, coronel Francisco D’Ambrosio que, imediatamente, entrou em contato com a polícia para procurar meu irmão – contou o ator.

O médico ainda afirmou ao irmão que os três assaltantes atiraram primeiro e entraram em seu carro depois. Mesmo ferido, Eduardo teria sido obrigado a ficar circulando de carro com os bandidos:

- Depois de roubarem notebook, celulares, cheques, cartões e dinheiro, eles o deixaram com o próprio carro num terreno abandonado. Meu irmão, então, voltou dirigindo para a UPA, onde pediu socorro e foi transferido para o Hospital Copa D’Or, em Copacabana – disse Marcius.

Fonte: O Globo.

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Gogó da EmaRafael da Silva, o Tizil, suspeito de matar o cabo do 39º BPM (Belford Roxo) Maurício Manoel Maia, foi preso nesta segunda-feira por policiais do 21º BPM (São João de Meriti).

O suspeito nega participação no crime, mas por conta do reconhecimento feito por Saulo e pelo cabo Bruno, que afirmou que Tizil é bandido na região, o sujeito teve a prisão temporária de 30 dias decretada pela 1ª Vara Criminal de Belford Roxo. De acordo com relatos, a PM recebeu denúncia anônima informando o endereço do suspeito e ele foi detido na porta de casa, no alto do morro, dominado pela ADA. Na delegacia, Tizil negou participação no tráfico de drogas e disse que soube da morte do PM, mas não tem nada com isso.

A polícia tem informações de que os bandidos da ADA comemoraram a morte de Maia com uma festa ao som de funk no Morro da Quitanda, em Costa Barros, uma das áreas da Zona Norte do Rio dominada pela facção.

Com a prisão de Tizil, a Polícia Civil tem 30 dias, prorrogáveis por mais 30, para provar a participação do suspeito no assassinato do policial.

Fonte: O Dia, Jornal Hora H.

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Gogó da EmaCom a alma ferida e a vida virada de ponta-cabeça, mas determinado a ir até o fim em busca de justiça. É assim que o autônomo de 49 anos, se sente após a agressão sofrida pelo filho de 14 anos, na última sexta-feira, no Gogó da Ema, em Belford Roxo . Conforme divulgou o Jornal O Globo e o Blog Roxo, o jovem diz ter sido vítima de alguém que deveria protegê-lo: o cabo da PM Alessandro Azevedo Bruno, que participava de uma operação no local. Poucos dias depois do episódio, que resultou na repreensão do policial diante da tropa, após a denúncia feita pelo pai da vítima ao comandante do 3º Comando de Policiamento de Área (3 CPA), coronel Paulo César Lopes, a família tenta reconstruir a vida, tendo o medo como constante companhia.

- As crianças não podem ver um carro da polícia que ficam assustadas. No sábado, vizinhos me contaram que um carro da polícia ficou parado olhando para a minha casa – disse o pai, que já não estava mais no Gogó da Ema, onde viveu por 19 anos (assista ao vídeo do pai pedindo justiça, divulgado pelo Jornal Extra).

Além do temor de continuar morando no cenário da agressão, a residência estaria aos pedaços. Segundo o pai da vítima, o cabo Alessandro Bruno destruiu móveis e uma televisão. Para voltarem a ter tranquilidade, a família vai deixar Belford Roxo.

- Só peguei dois colchonetes, dois cobertores e algumas roupas. Estou pagando um aluguel de R$ 220. E sem dinheiro até para o ônibus, tendo que receber ajuda dos parentes – disse o pai, que está desempregado e ganhava cerca de R$ 300 por mês fazendo trabalhos temporários como pedreiro e num lava-jato que montou na garagem de sua casa no Gogó da Ema.

Apesar do trauma, a família sonha um dia poder voltar com a família à comunidade:

- Gostamos de morar lá. Nem vou vender a casa. Mas só voltaremos depois que o policial for preso e expulso da PM. Só assim voltaremos a ter paz. Eu ainda confio na corporação, mas o que vai ser da minha família enquanto o homem que agrediu o meu filho estiver na rua?

O pai da vítima pretende processar o Governo do Estado pelos sofrimentos físico e psicológico causados pela agressão do policial militar ao filho:

- Vou procurar um advogado, isso não pode ficar impune. Estamos traumatizados. Desde sexta-feira que não conseguimos dormir direito. Deixei as irmãs dele com a mãe. Não vou conseguir perdoar esse policial. A mãe dele quer que eu esqueça, mas eu vou até o fim – afirmou o pai.

O coronel Paulo César Lopes, que deu voz de prisão ao cabo Alessandro Bruno, defendeu um maior controle sobre os policiais (assista ao vídeo da prisão, divulgado pelo Jornal Extra):

- Polícia sem controle é bando. E bando comete crime. Cada comandante tem que seguir as normas. É só aplicar o que está escrito, sem dar contornos pessoais às regras. É preciso agir com rigor, mas sem abusos – disse ele, que espera que o episódio ajude a mudar a visão da população em relação à PM.

Fonte: Extra.

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Polícia Militar RJA repreensão pública a um cabo da Polícia Militar acusado de agressão a um menor de 14 anos durante uma operação no Gogó da Ema, em Belford Roxo, na sexta-feira, será levada como exemplo para a Anistia Internacional (assista ao vídeo divulgado pelo Jornal Extra). De acordo com o presidente da Comissão de Direitos da Alerj, deputado Marcelo Freixo (PSOL), a atitude do comandante do 3º Comado de Policiamento de Área (3 CPA), coronel Paulo César Lopes, responsável pela Baixada, deve servir de modelo para toda a polícia:

- É algo para servir de exemplo, para entrar na história da polícia do Rio de Janeiro. Vou relatar esta atitude para entidades de Direitos Humanos, como a Anistia Internacional e a ONU.

Sílvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), concorda:

- É uma virada histórica na posição predominante dos comandantes, que sempre desconfiam da denúncia da população, mesmo quando ela é convincente. O coronel teve coragem de reconhecer que a tropa se excedeu.

Já Vanderlei Ribeiro, presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, defendeu o cabo Alessandro Azevedo Bruno, e condenou o ato do coronel:

- Ele é vítima de uma estrutura falida e de instrutores como o coronel Lopes, que deveria ter afastado o policial. Jamais ele poderia ter feito o que fez, na frente de todo mundo. Foi uma atitude arbitrária e autoritária.

Fonte: Extra.

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RIO – A repreensão pública a um cabo da Polícia Militar acusado de agressão a um menor de 14 anos durante uma operação na favela Gogó da Ema, em Belford Roxo, na sexta-feira, será levada como exemplo para a Anistia Internacional (Assista ao vídeo). De acordo com o presidente da Comissão de Direitos da Alerj, deputado Marcelo Freixo (PSOL), a atitude do comandante do 3 Comado de Policiamento de Área (3 CPA), coronel Paulo César Lopes, responsável pela Baixada, deve servir de modelo para toda a polícia:

- É algo para servir de exemplo, para entrar na história da polícia do Rio de Janeiro. Vou relatar esta atitude para entidades de Direitos Humanos, como a Anistia Internacional e a ONU.

Sílvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), concorda:

- É uma virada histórica na posição predominante dos comandantes, que sempre desconfiam da denúncia da população, mesmo quando ela é convincente. O coronel teve coragem de reconhecer que a tropa se excedeu.

Associação criticaVanderlei Ribeiro, presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, defendeu o cabo Alessander Azevedo Bruno, e condenou o ato do coronel:

- Ele é vítima de uma estrutura falida e de instrutores como o coronel Lopes, que deveria ter afastado o policial. Jamais ele poderia ter feito o que fez, na frente de todo mundo. Foi uma atitude arbitrária e autoritária.

Polícia Militar RJO corpo do cabo Maurício Manoel Maia foi sepultado ontem, às 17h, no Jardim da Saudade, em Edson Passos, Mesquita. Cerca de 200 pessoas, entre parentes, amigos e colegas de farda compareceram à cerimônia, marcada pela emoção. Ao longo do velório, a conversa girava em torno da personalidade do policial, tido como um homem extrovertido e muito competente no seu trabalho. “Nosso companheiro foi embora lutando por uma causa justa, cumprindo o dever. Nada pode ser dito ao contrário, porque nós vimos como tudo aconteceu. Isso tudo vai fazer com que nós continuemos o nosso trabalho visando sempre o bem-estar da população”, disse o tenente-coronel Nepomuceno, comandante do 39º BPM, presente à cerimônia. Muito abalada, a viúva fez um agradecimento ao marido dedicado. “Obrigado por tudo que você fez pelas tuas filhas e por mim”, disse. No caminho do cortejo para a sepultura, o caixão foi saldado com uma salva de tiros, honraria para os bravos que morrem em serviço.

Entre os mais abalados com a perda, além dos familiares, estavam os militares que atuavam ao lado de Maia no combate à criminalidade, a exceção do soldado Saulo, internado do Hospital Central da Polícia Militar, por conta dos tiros que levou durante o ataque.

O cabo Maia foi alvejado na cabeça quando patrulhava a pé o Gogó da Ema, uma das regiões mais perigosas da Baixada. Os dez militares que compunham duas guarnições se dividiram em duplas, tendo Maia e Saulo seguido para a Rua Anadeia, onde foram surpreendidos por bandidos fortemente armados. Na ocasião nenhum bandido foi preso.

Fonte: Jornal Hora H.

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Polícia Militar RJEm casa, cuidando dos dois irmãos menores, no Gogó da Ema, em Belford Roxo, um estudante de 14 anos disse nesta sexta-feira ter sido agredido, torturado e humilhado pelo cabo Alessandro Azevedo Bruno, do 39º BPM (Belford Roxo). Horas depois, além de prender o policial, obrigando-o a entregar suas armas, e aplicar-lhe um sermão, o comandante do 3º Comando de Policiamento de Área, coronel Paulo César Lopes, deu um exemplo na frente da tropa de como a polícia deve agir em casos de agressões a moradores de áreas carentes.

Assim que ouviu a queixa do morador, o comandante ordenou que todos os policiais ficassem perfilados no pátio do Ciep Grande Othelo, no Gogó da Ema. Quando o cabo Bruno foi identificado pelo estudante, que estava trêmulo e assustado, Lopes deu voz de prisão ao policial. De imediato, ele foi levado à 54ª DP (Belford Roxo), onde foi autuado por abuso de autoridade.

- Polícia não é feita para dar porrada. Tem que respeitar para poder ser respeitada – disse o comandante.

Fonte: O Globo.

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Polícia Militar RJSob a supervisão do 3º Comando de Policiamento de Área, homens do 20º BPM (Mesquita) e do 39º BPM (Belford Roxo), apoiados por um blindado e dois helicópteros, realizam uma operação no Gogó da Ema, em Belford Roxo. Quarta-feira, conforme divulgado pelo G1 e pelo Blog Roxo, durante confronto, o cabo Maurício Manoel Maia, do 39º BPM, foi atingido na cabeça e morreu no local e o soldado Saulo de Brito Lira, do mesmo batalhão, foi ferido com um tiro na perna.

Fonte: O Dia.

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Polícia Militar RJUm policial militar morreu baleado e outro ficou ferido numa troca de tiros com traficantes do Gogó da Ema, em Belford Roxo. As informações são da sala de escuta da Polícia Militar.
Segundo a polícia, o confronto aconteceu durante um patrulhamento de rotina, por volta da meia-noite de terça-feira (30).
O cabo Maurício Manoel Maia, do 39º BPM (Belford Roxo), foi atingido na cabeça e morreu no local. Já o soldado Saulo de Brito Lira, do mesmo batalhão, levou um tiro na perna e foi levado para o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, na Zona Norte, e não corre risco de morte.
O caso foi registrado na 54ª DP (Belford Roxo).

Fonte: G1.

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