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Nova gripeRogério Coutinho, repórter do RJTV, foi hoje a Belford Roxo, onde, dos 50 mil estudantes, poucos foram às aulas até agora. As aulas voltaram desde a última segunda na rede municipal.

Hoje, no CIEP Constantino Reis, em São Bernardo, apenas um aluno compareceu. A maior movimentação mesmo foi de funcionários. No Colégio Municipal Manoel Gomes, também em São Bernardo, dos mais de mil alunos, nenhum deles apareceu esta semana. No Colégio Jorge Aires de Lima, no Parque São José, dos 1.400 alunos, apenas metade foi à aula hoje.

Um menino diz o que os alunos fazem para se protegerem da gripe suína. “Sabãozinho, álcool, lava a mão, vai ao banheiro, depois passa o sabão. Quando quero beber água, pego o copinho, bebo e jogo no lixo”, diz o menino Gleison Pereira, de 10 anos.

“Criança tossindo não entra, criança gripada não entra. Professora grávida não entra. Vamos oferecer o serviço. Se a mãe ou o pai mandarem a criança, nós estamos de braços abertos”, diz o secretário de educação de Belford Roxo, William Campos.

O RJTV conversou com Maria Célia Vasconcelos, a secretária de saúde de Belford Roxo:

RJTV – Quantos foram os casos de gripe suína em Belford Roxo?

Maria Célia – Temos 36 notificações. Dessas 36, cinco descartadas pela Fiocruz e um óbito que não foi em nosso município, embora tenha sido de um morador daqui.

RJTV – A arma da secretaria para combater o avanço da doença em Belford Roxo é a informação?

Maria Célia – A informação é fundamental porque é uma disseminação feita através de hábitos higiênicos, de cuidados básicos de limpeza e na residência. Então nós desenvolvemos esse trabalho nas nossas unidades, na educação, principalmente, e na cidade inteira, estimulando que as pessoas nos comunicassem, que ficassem em suas residências e não fossem ao trabalho. O prefeito inclusive orientou agora todas as grávidas que são servidoras a permanecerem em casa até 31 de agosto.

RJTV – O morador de Belford Roxo que tiver alguma dúvida em relação à doença, como ele faz?

Maria Célia – Nós estamos de segunda a sexta o dia inteiro na secretaria de Saúde, que fica em cima da clínica da Prata na Avenida José Mariano Passos, 948, no bairro da Prata. Todo mundo conhecia esse lugar antigamente como o PAN do INAMPS. Estamos lá, temos material informativo e iremos a qualquer lugar que for necessário.

Fonte: RJTV.

Gripe suínaO aumento do número de casos da nova gripe, chamada de gripe suína ou de Influenza A H1N1, vem preocupando o Governo e fazendo com que as prefeituras desenvolvam ações para evitar a proliferação do vírus que circula livremente pelo país. Na Baixada Fluminense, onde dois casos já foram confirmados em Nova Iguaçu, os municípios estão criando diversas estratégias preventivas no combate à nova gripe.

Em Belford Roxo, segundo a Secretaria de Saúde, há três meses todos funcionários ligados à área da saúde estão recebendo orientações de como combater e prevenir a doença durante os atendimentos em unidades de saúde.

No Hospital Jorge Júlio Costa dos Santos, o Hospital do Joca, na Piam, profissionais que atuam na unidade já usam máscaras de proteção, principalmente aqueles que atendem diretamente os casos suspeitos. Nos últimos dias o número de atendimentos de pessoas com sintomas da gripe no hospital, o único público do município, aumentaram significativamente. De acordo com a secretária de Saúde do município. Maria Célia Vasconcelos, esse aumento é comum nessa época do ano. “No inverno os casos de doenças respiratórias costumam surgir com mais frequência. Mas com a presença do Influenza A nossa atenção está sendo redobrada. Por enquanto estamos tomando medidas preventivas. Apenas no Hospital do Joca os funcionários e pacientes com casos suspeitos estão sendo orientados a usarem a proteção. Mas somente essa medida não basta. É preciso que a população se conscientize dos hábitos simples de higiene, como lavar bem as mãos e não espirrar ou tossir sem proteção”, afirma Maria Célia. Segundo ela, até o momento, 10 casos suspeitos da nova gripe foram registrados em Belford Roxo. Todos os pacientes já se submeteram aos exames de sangue, que não confirmaram a presença do vírus da nova gripe.

Na semana passada 21 mil unidades da mascarás protetoras foram compradas e distribuídas em todas as unidades públicas de saúde de Belford Roxo. Segundo Maria Célia, para centralizar os atendimentos em Belford Roxo, a partir de segunda-feira, dia 27/7, as cinco policlínicas do município (Neuza Brizola, no Centro, e as do Parque Amorim, Parque São José, Santa Maria e Heliópolis) estarão recebendo exclusivamente pacientes com suspeitas de gripe.

Fonte: Jornal de Hoje.

Artigo relacionado: Voltas às aulas na rede municipal de Belford Roxo marcada para a próxima segunda.

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Secretaria Especial dos Direitos HumanosO abuso sexual dentro do próprio lar, que tem no agressor alguém da família, é o tipo de violência contra a criança e o adolescente mais citado pelas instituições que atendem menores, no município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. As ocorrências desse tipo de abuso, chamado de intra-familiar, são maiores que as do abuso sexual extra-familiar, cometido fora do âmbito da família.

O resultado consta de pesquisa realizada pelo Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infantojuvenil no Território Brasileiro (PAIR), divulgada nesta quarta-feira (8), em seminário realizado em Belford Roxo. O PAIR é coordenado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República.

A coordenadora do programa no estado do Rio, Valéria Brahim, explicou que o PAIR tem o objetivo de fazer um diagnóstico da violência infantojuvenil e funciona como um estímulo para o trabalho conjunto dos programas de enfrentamento à violência sexual. “E, principalmente, [conhecer] quais são as instituições que estão trabalhando nesse enfrentamento, para otimizar essas ações”, disse.

Segundo Valéria, que também é gerente de programas sociais da Associação Brasileira Terra dos Homens (ABTH), ainda há pouca informação, no município de Belford Roxo, sobre outros tipos de crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes, entre os quais o turismo sexual, a pornografia infantil e o tráfico para fins de exploração sexual.

Ela acredita que o abuso sexual dentro e fora do lar é o mais citado, em parte, devido à falta de identificação de outros casos de exploração sexual. Por isso, Valéria destacou a importância de as pessoas denunciarem esses crimes. “As redes de exploração sexual são muito bem formadas e, muitas vezes, as pessoas têm medo de denunciar. Mas a gente sabe que a denúncia pode ser feita anonimamente pelo Disque 100, que é um número nacional”.

“A gente tem uma escala gradativa. Quanto menor a criança, o abuso sexual intrafamiliar praticado por alguém de casa, dentro do lar é mais praticado, possivelmente por uma maior vulnerabilidade dessa criança e da confiança que ela tem nos parentes. E, quanto maior for a idade, a gente vai tendo uma ida para fora da família. Casos de abuso e exploração também acontecem com maior frequência nas faixas etárias maiores”, relata Valéria Brahim.

Segundo ela, embora o pai e o padrasto sejam os principais autores de violência sexual contra crianças e adolescentes identificados na cidade da Baixada Fluminense, seguidos do avô, tio e irmão, a figura materna também é encontrada entre os molestadores sexuais, em muitos casos. “Apesar de não ter aparecido com tanta frequência, até mesmo por uma questão de concepção da sociedade de que é o homem é o que violenta, há muitos casos de abuso que também são praticados por mães e avós que violentam seus filhos ou parentes mais próximos”. Foram identificadas três localidades de maior ocorrência de violência sexual infantojuvenil em Belford Roxo. São as comunidades do Parque São José, Shangri-lá e Praça de Heliópolis. Quando se busca a origem das crianças e adolescentes molestados, verifica-se, porém, que o número de comunidades citadas sobe para seis, e inclui as de Roseiral, Jardim Redentor e Bom Pastor. Em geral, são comunidades de menor poder aquisitivo. A coordenadora do PAIR ressaltou, contudo, que o abuso e a exploração sexual não estão ligados, necessariamente, à questão da renda. “A gente sabe que essa violência ocorre também nos condomínios da Barra da Tijuca e na Zona Sul, mas eles têm um muro de influência muito mais forte. E os casos não chegam, infelizmente, aos atendimentos públicos”. Isso significa que quanto mais rico for o autor da violência sexual contra a criança e o adolescente mais difícil fica a sua responsabilização.

A pesquisa foi realizada pelas equipes do PAIR e da ABTH e aplicada por universitários do curso de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Foram ouvidas pessoas do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, da comunidade, de movimentos sociais organizados e das áreas de defesa e responsabilidade, atendimento e prevenção.

A maior parte dos entrevistados (87%) são pessoas da área governamental, das três esferas, com o campo de atuação majoritariamente voltado à política de proteção social especial em relação ao público-alvo (73%). Valéria Brahim salientou que cabe ao Estado enfrentar a questão da violência infantojuvenil. “O percentual da sociedade civil vem como um apoio ao que é uma função do Estado”.

A pesquisa constatou, ainda, que a maioria dos registros de violência sexual contra a criança e o adolescente (87%), no município de Belford Roxo, é feita por meio de denúncia anônima. A coordenadora do PAIR no Rio de Janeiro afirmou que a demanda, com a qual os conselhos tutelares se deparam, de atender à criança e protegê-la da violência sexual é tão premente que a sistematização dos registros acaba ficando num plano secundário. “Essa é uma questão que o Estado precisa observar para dar mais infraestrutura de trabalho a esses profissionais”.

Ela lamentou que ainda não haja, no país, uma cultura de direcionar esses dados para pesquisas, porque isso “é importante para a criação de políticas públicas. A gente precisa levantar a demanda para que a política pública seja de fato inaugurada e fomentada em casos que já existam”.

Fonte: CDI, Terra.


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